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A Terapia Baseada em Mindfulness (atenção plena) é uma prática com forte suporte científico para reduzir sintomas de ansiedade e depressão por melhorar a regulação emocional em pessoas diagnosticadas com transtornos mentais[1]. Promove qualidade de vida e resiliência pós-tratamento, sendo aplicável a múltiplas condições de saúde mental[2]. Após o tratamento para depressão os benefícios se mantém por até um ano com manutenção mínima da prática[3], indicando que Mindfulness é apropriado para programas de manutenção e prevenção de recaída.
Na Prevenção de Recaída por Uso de Substâncias:
Prevenção da Recaída Baseada em Mindfulness (MBRP) integra práticas de Mindfulness com a Prevenção da Recaída tradicional. Em estudo com pessoas no pós-tratamento para o uso abusivo de substâncias, 88% dos participantes praticaram Mindfulness uma ou mais vezes por semana; 67,6% continuaram um ano depois; e houve redução de 54% no risco de recaída aos 6 meses em comparação com tratamento padrão[4]. Esta prática permite identificar e deixar de lado pensamentos que provocam “fissura”, o que pode diminuir as consequências negativas devido ao uso[5]. Vantagens adicionais foram encontradas entre pessoas que apresentaram ao mesmo tempo quadro de depressão[6].
Como funciona: praticar Mindfulness significa trazer sua atenção totalmente para o momento presente, sem julgamento de seus pensamentos e emoções. Esta prática fortalece a capacidade de regulação emocional, a tolerância ao desconforto e a consciência de gatilhos[7,8].
Você pode ouvir um exemplo guiado de Mindfulness em nosso site na página "Sala VIP", com base no texto de Judith Beck[9]. A eficácia depende da consistência na prática!
| Dia | Praticou? | Duração (min) | Qualidade (1-5) |
|---|---|---|---|
| Segunda-feira | |||
| Terça-feira | |||
| Quarta-feira | |||
| Quinta-feira | |||
| Sexta-feira | |||
| Sábado | |||
| Domingo |
Ao final de cada prática diária avalie se houve mudança no seu humor (atribua nota de 1-10 para a intensidade da emoção antes e depois), como foi, o que percebeu, se sua mente dispersou, como foi trazer sua atenção de volta para respiração, como lidou com a ruminação de pensamentos e suas conclusões[9].
⛔CONSULTE SEU PSICÓLOGO ANTES DE INICIAR SE VOCÊ TEM:
📍 Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) ATIVO/NÃO TRATADOMindfulness é uma ferramenta poderosa que deve ser adequada às suas necessidades individuais. Procurar ajuda é sabedoria clínica.
[1] Hofmann, S. G., Sawyer, A. T., Witt, A. A., & Oh, D. (2010). The Effect of Mindfulness-Based Therapy on Anxiety and Depression: A Meta-Analytic Review. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 78(2), 169–183. https://doi.org/10.1037/a0018555
[2] Khoury, B., Lecomte, T., Fortin, G., Masse, M., Therien, P., Bouchard, V., Chapleau, M. A., Paquin, K., & Hofmann, S. G. (2013). Mindfulness-based therapy: A comprehensive meta-analysis. Clinical Psychology Review, 33(6), 763–771. https://doi.org/10.1016/j.cpr.2013.05.005
[3] Nandarathana, N., & Ranjan, J. K. (2024). The Efficacy and Durability of Mindfulness-Based Cognitive Therapy in the Treatment of Anxiety and Depressive Disorders: A Systematic Review and Meta-analysis. Indian Journal of Psychological Medicine, 47(3), 214–222. https://doi.org/10.1177/02537176241249375
[4] Bowen, S., Witkiewitz, K., Clifasefi, S. L., Grow, J., Chawla, N., Hsu, S. H., Carroll, H. A., Harrop, E., Collins, S. E., Lustyk, M. K., & Larimer, M. E. (2014). Relative efficacy of mindfulness-based relapse prevention, standard relapse prevention, and treatment as usual for substance use disorders: A randomized clinical trial. JAMA Psychiatry, 71(5), 547-556. https://doi.org/10.1001/jamapsychiatry.2013.4546
[5] Grant, S., Colaiaco, B., Motala, A., Shanman, R., Booth, M., Sorbero, M., & Hempel, S. (2017). Mindfulness-based relapse prevention for substance use disorders: A systematic review and meta-analysis. Journal of Addiction Medicine, 11(5), 386-396. https://doi.org/10.1097/ADM.0000000000000338
[6] Witkiewitz, K., & Bowen, S. (2010). Depression, craving, and substance use following a randomized trial of mindfulness-based relapse prevention. J Consult Clin Psychol, 78(3), 1-25. https://doi.org/10.1037/a0019172
[7] Bishop, S. R., Lau, M., Shapiro, S., Carlson, L., Anderson, N. D., Carmody, J., Segal, Z. V., Abbey, S., Speca, M., Velting, D., & Devins, G. (2004). Mindfulness: A proposed operational definition. Clinical Psychology: Science and Practice, 11(3), 230-241. https://doi.org/10.1093/clipsy/bph077
[8] Jon Kabat-Zinn. (2003). Mindfulness-Based Interventions in Context: Past, Present, and Future. AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION.
[9] Beck, J. S. (2022).Terapia Cognitivo-comportamental: Teoria e prática. 3a ed. ArtMed.
[10] Britton, W. B., Lindahl, J. R., Cooper, D. J., & Canby, N. K. (2021). Defining and measuring meditation-related adverse effects in mindfulness-based programs. 9(6), 1185–1204. https://doi.org/10.1177/2167702621996340
[11] Farias, M., Maraldi, E., Wallenkampf, K. C., & Lucchetti, G. (2020). Adverse events in meditation practices and meditation-based therapies: a systematic review. Acta Psychiatrica Scandinavica, 142(5), 374–393. https://doi.org/10.1111/acps.13225
Savoring é reconhecer e apreciar conscientemente (saborear) os bons momentos da vida, prestando atenção total neles para aumentar a intensidade e duração das emoções positivas[12]. Especificamente, o processo de Savoring requer uma consciência deliberada e atenta - como a atenção praticada em Mindfulness - mas, com o foco específico em amplificar e prolongar emoções positivas[13]. É uma abordagem intencional para melhorar o humor e o bem-estar duradouros.
Recorde um momento especial (ou mais) que você apreciou esta semana e reflita sobre o que significou para você.
| Pensamento: | Sentimento: |
| Pensamento: | Sentimento: |
| Pensamento: | Sentimento: |
Praticar gratidão regularmente reduz sintomas de depressão e ansiedade como complemento terapêutico[14]. Quando o agradecimento é expresso por escrito em cartas ou anotações os efeitos são melhores[15,16]. Estudos apontam que a frequência ideal é listar as bênçãos uma vez por semana, assim a atividade continua interessante e não se torne uma sobrecarga[17,18].
Recomendação prática: reserve 10-15 minutos toda semana para anotar 3-5 coisas pelas quais você é grato. Reconheça também Suas Próprias Contribuições para estes aspectos positivos da sua vida e identifique as Forças de Caráter você utiliza nestas contribuições.
Criatividade, Curiosidade, Critério, Amor ao Aprendizado, Perspectiva, Bravura, Persistência, Integridade, Vitalidade, Amor, Gentileza, Inteligência Social, Cidadania, Justiça, Liderança, Perdão, Humildade, Prudência, Autocontrole, Apreciação da Beleza, Gratidão, Esperança, Humor, Espiritualidade[19].
Acesse a página “Triagem” em nosso site clicando AQUI e nela você encontrará um link na “Pasta 6” para realizar uma pesquisa do VIA Institute, que lhe ajudará a identificar como você costuma usar as Forças de Caráter.
| Bênção | Minha Contribuição | Força de Caráter* |
|---|---|---|
[12] Bryant, F. B. (2003). Savoring Beliefs Inventory (SBI): A scale for measuring beliefs about savoring. Journal of Mental Health, 12(2), 175-196. https://doi.org/10.1080/0963823031000100249
[13] Klibert, J. J., Sturz, B. R., LeLeux-LaBarge, K., Hatton, A., Smalley, K. B., & Warren, J. C. (2022). Savoring interventions increase positive emotions after a social-evaluative hassle. Frontiers in Psychology, 13, Article 791040. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2022.791040
[14] Diniz, G., Korkes, L., Tristo, L. S., Pelegrini, R., Bellodi, P. L., & Bernardo, W. M. (2023). The effects of gratitude interventions: A systematic review and meta-analysis. einstein (São Paulo), 21, eRW0371. https://doi.org/10.31744/einstein_journal/2023RW0371
[15] Dang, A. V., Coles, N. A., Oishi, S., & McCullough, M. E. (2025). The efficacy of seven gratitude interventions for promoting subjective well-being. The Journal of Positive Psychology. https://doi.org/10.1080/17439760.2025.2502483
[16] Kirca, A., Malouff, J. M., & Meynadier, J. (2023). The effect of expressed gratitude interventions on psychological wellbeing: A meta-analysis of randomised controlled studies. International Journal of Applied Positive Psychology. https://doi.org/10.1007/s41042-023-00086-6
[17] Emmons, R. A., & McCullough, M. E. (2003). Counting blessings versus burdens: An experimental investigation of gratitude and subjective well-being in daily life.Journal of Personality and Social Psychology, 84(2), 377-389. https://doi.org/10.1037/0022-3514.84.2.377
[18] Lyubomirsky, S., Sheldon, K. M., & Schkade, D. (2005). Pursuing happiness: The architecture of sustainable change.Review of General Psychology, 9(2), 111-131. https://doi.org/10.1037/1089-2680.9.2.111
[19] Peterson, C., & Seligman, M. E. P. (2004). Character strengths and virtues: A handbook and classification. Oxford University Press. https://doi.org/10.1037/10827-000
Este módulo se baseia no modelo cognitivo-comportamental de prevenção da recaída, amplamente validado em pesquisas empíricas[20] que, juntamente com a terapia cognitivo-comportamental baseada em mindfulness (MBCT) apresentam os efeitos mais robustos[21]. Ele enfatiza que situações de alto risco — aquelas que aumentam a vulnerabilidade para recaída — podem ser identificadas e manejadas através de respostas de enfrentamento eficazes[22,23].
Marque com ✓ se algum dos sinais esteve presente esta semana. A identificação antecipada de sinais de alerta (humor negativo, redução do enfrentamento eficaz e certos comportamentos) permite intervir antes que a recaída ocorra[24].
Estratégias de enfrentamento imediatas são componentes fundamentais em planos de prevenção de recaídas para transtornos mentais. O objetivo é promover a autoeficácia, reduzir a reatividade ao estresse e fortalecer a resiliência emocional. Num período de 24 meses, intervenções psicológicas, breves ou mais longas, reduzem significativamente (24%) o risco de recaída para pacientes em remissão da depressão[25].
No pós-tratamento para o uso problemático de substâncias, o suporte social protege e fortalece a autoeficácia, enquanto o autocontrole regula os efeitos estressantes da recaída[26]. O quanto antes você identificar e lidar com os "lapsos" (definido como um evento e não uma derrota definitiva) poderá prevenir o padrão de desespero conhecido como o "Efeito Violação de Abstinência"[22].
⚠️Lembrete: deparar-se com situações de risco NÃO significa necessariamente que terá uma "recaída". Você poderá enfrentá-las interrompendo o processo e voltando-se para o cumprimento dos seus Planos de Ação, consultando sempre seu psicólogo para uma reavaliação e acionando estratégias imediatas, que pode planejar no exercício a seguir!
Identifique situações potencialmente "de risco" nas quais pode perceber algum sinal de alerta ou sintoma e planeje suas estratégias de enfrentamento:
Redes de suporte social estruturadas reduzem significativamente riscos de recaída e melhoram resultados terapêuticos em longo prazo[25,26]. O apoio de pessoas próximas no contexto social de um indivíduo pode atuar como facilitador para o alcance de suas metas, além de suas próprias características e motivações pessoais[27].
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[20] Magill, M., Ray, L. A., Kiluk, B. D., Hoadley, A., Bernstein, M., Tonigan, J. S., & Carroll, K. M. (2019). A meta-analysis of cognitive-behavioral therapy for alcohol or other drug use disorders: Treatment efficacy by contrast condition. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 87(12), 1093-1105. https://doi.org/10.1037/ccp0000447[web: 338]
[21] Zhou, Y., Zhao, D., Zhu, X., Liu, L., Meng, M., Shao, X., Zhu, X., Xiang, J., He, J., Zhao, Y., Yuan, Y., Gao, R., Jiang, L., & Zhu, G. (2023). Psychological interventions for the prevention of depression relapse: Systematic review and network meta-analysis. Translational Psychiatry, 13(1), Article 300. https://doi.org/10.1038/s41398-023-02604-1
[22] Marlatt, G. A., & Witkiewitz, K. (2005). Relapse Prevention for Alcohol and Drug Problems. In G. A. Marlatt & D. M. Donovan (Eds.), Relapse Prevention: Maintenance Strategies in the Treatment of Addictive Behaviors (2nd ed., pp. 1-44). Guilford Press
[23] Boness, C. L., Votaw, V., Schwebel, F. J., Moniz-Lewis, D. I., McHugh, R. K., & Witkiewitz, K. (2022). An Evaluation of Cognitive Behavioral Therapy for Substance Use: An Application of Tolin's Criteria for Empirically Supported Treatments. Clinical Psychology: Science and Practice, 29(1), 21-39.
[24] Hendershot, C. S., Witkiewitz, K., George, W. H., & Marlatt, G. A. (2011). Relapse prevention for addictive behaviors. Substance Abuse Treatment, Prevention, and Policy, 6(1), 17.
[25] Krijnen-de Bruin, E., Scholten, W., Muntingh, A., Maarsingh, O., van Meijel, B., van Straten, A., & Batelaan, N. (2022). Psychological interventions to prevent relapse in anxiety and depression: A systematic review and meta-analysis. PLoS ONE, 17(8), Article e0272200. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0272200
[26] Sun, C., Li, H., Wang, X., Shao, Y., Huang, X., Qi, H., Zhang, Z., & Su, G. (2024). Self-control as mediator and social support as moderator in stress-relapse dynamics of substance dependency. Scientific Reports, 14(1), Article 19321. https://doi.org/10.1038/s41598-024-70884-8
[27] Sezer, B., Riddell, H., Gucciardi, D. F., Sheldon, K. M., Sedikides, C., Vasconcellos, D., Jackson, B., Thøgersen-Ntoumani, C., & Ntoumanis, N. (2025). Goal motives, approach/avoidance appraisals, psychological needs, and well-being: A systematic review and meta-analysis. Motivation Science, 11(3), 259-276. https://doi.org/10.1037/mot0000366
O treinamento em resolução de problemas é um tratamento baseado em evidências para depressão, com eficácia comparável a outras psicoterapias e ao uso de medicação[28], reduz sintomas depressivos e aumenta a percepção de autoeficácia[29].
Identifique se há algum problema atual e siga as estratégias de solução passo a passo:
Comparar sistematicamente as vantagens e desvantagens de cada solução possível ajuda a tomar decisões mais ponderadas e alinhadas com seus objetivos, reduzindo decisões impulsivas ou evitativas[30,31].
| Opção | Vantagens | Desvantagens |
|---|---|---|
Excelente! Na próxima Etapa você poderá avaliar o Objetivo que definiu.
[28]Cuijpers, P., de Wit, L., Kleiboer, A., Karyotaki, E., & Ebert, D. D. (2018). Problem-solving therapy for adult depression: An updated meta-analysis. European Psychiatry, 48, 27-37. https://doi.org/10.1016/j.eurpsy.2017.11.006
[29]Wu, X., Li, J., Zhang, C., Zhou, X., Dong, X., Cao, H., Duan, Y., Wang, S., Liu, M., Zhang, Q., & Xie, J. (2023). The effects of modified problem-solving therapy on depression, coping, and self-efficacy in elderly nursing home residents. Frontiers in Psychology, 13, 1030104. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2022.1030104
[30]Bell, A. C., & D'Zurilla, T. J. (2009). Problem-solving therapy for depression: A meta-analysis. Clinical Psychology Review, 29(4), 348-353. https://doi.org/10.1016/j.cpr.2009.02.003
[31]Nezu, A. M., & Nezu, C. M. (2019). (Emotion-centered) problem-solving therapy: An update. Australian Psychologist, 54(2), 79-92. https://doi.org/10.1111/ap.12418
Em diferentes contextos (profissonal, acadêmico ou tratamentos de saúde), estabelecer metas específicas, mensuráveis, realistas, significativas e com prazos definidos tendem a produzir melhor desempenho e manutenção dos comportamentos desejados, comparado a metas vagas do tipo: quero “o que for melhor” ou “ficar bem”[32,33,34,35].
Para estabelecer os critérios de avaliação das suas metas você pode utilizar um acróstico muito popular chamado SMART*, que têm sido pesquisado em diversas áreas[36,37].
*(Sigla original em inglês para: Specific, Measurable, Achievable, Relevant, and Time-bound)| Etapa | Ação necessária | Concluir Até |
|---|---|---|
| 1 | ||
| 2 | ||
| 3 | ||
| 4 | ||
| 5 |
[32]Locke, E. A., & Latham, G. P. (2002). Building a practically useful theory of goal setting and task motivation: A 35-year odyssey.American Psychologist, 57(9), 705-717. https://doi.org/10.1037/0003-066X.57.9.705
[33]Epton, T., Currie, S., & Armitage, C. J. (2017). Unique effects of setting goals on behavior change: Systematic review and meta-analysis.Journal of Consulting and Clinical Psychology, 85(12), 1182-1199. https://doi.org/10.1037/ccp0000260
[34]Wang, G., Wang, Y., & Gai, X. (2021). A meta-analysis of the effects of mental contrasting with implementation intentions on goal attainment.Frontiers in Psychology, 12, 565202. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2021.565202
[35]Pearson, E. S. (2012). Goal setting as a health behavior change strategy in overweight and obese adults: A systematic literature review examining intervention components.Patient Education and Counseling, 87(1), 32-42. https://doi.org/10.1016/j.pec.2011.07.018
[36]Takahashi, P. Y., Quigg, S. M., Croghan, I. T., Schroeder, D. R., & Ebbert, J. O. (2019). SMART goals setting and biometric changes in obese adults with multimorbidity: Secondary analysis of a randomized controlled trial. Open Medicine, 7, 2050312119858042. https://doi.org/10.1177/2050312119858042
[37]Hawkins, R. M., Swann, C., & Jackman, P. C. (2025). The effects of open and SMART goals onphysical activity and psychological outcomes over one week: A multiple methods study. International Journal of Sport and Exercise Psychology. Advance online publication. https://doi.org/10.1080/1612197X.2025.2570187
Após estruturar seus Planos de Ação para enfrentar situações de risco e atingir suas metas, pesquisas indicam que para sustentá-los é preciso que haja coerência com seus valores pessoais autênticos[38]. Este exercício segue princípios da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT).
No contexto das suas atividades profissionais ou de estudos, utilizar ao mesmo tempo estratégias comportamentais e cognitivas (como reestruturação de crenças, diálogo interno, foco em recompensas naturais…) para potencializar a autoinfluência, pode tornar mais eficaz o desenvolvimento da autoliderança[39].
Estudos apontam que não é necessário primeiro reduzir o sofrimento para aumentar o engajamento em algo que é importante para si. Pelo contrário, agir de acordo com seus valores pessoais pode ajudar a diminuir o sofrimento e aumentar o bem-estar geral[40].
Flexibilizar a forma de pensar atribuindo significado diferente para o sofrimento (como considerar um propósito maior) e agir com base em valores pessoais, ajuda a lidar com a dor crônica (não necessariamente diminuí-la) e ter melhor funcionamento em suas atividades cotidianas[41].
| Minhas Forças de Assinatura | Como Quero Ser Visto | Meus Sonhos a Realizar |
|---|---|---|
Ao clicar em "Finalizar" suas respostas e informações serão enviadas para o e-mail do Terapeuta que indicou. Você poderá imprimir ou salvar uma cópia clicando em botões na página seguinte.
[38]Koestner, R., Lekes, N., Powers, T. A., & Chicoine, E. (2002). Attaining personal goals: Self-concordance plus implementation intentions equals success.Journal of Personality and Social Psychology, 83(1), 231–244. https://doi.org/10.1037/0022-3514.83.1.231
[39]Knotts, K., Houghton, J. D., Pearce, C. L., Chen, H., Stewart, G. L., & Manz, C. C. (2022). Leading from the inside out: a meta-analysis of how, when, and why self-leadership affects individual outcomes.European Journal of Work and Organizational Psychology, 31(2), 273–291. https://doi.org/10.1080/1359432X.2021.1953988
[40]Gloster, A. T., Klotsche, J., Ciarrochi, J., Eifert, G., Sonntag, R., Wittchen, H.-U., & Hoyer, J. (2017). Increasing valued behaviors precedes reduction in suffering: Findings from a randomized controlled trial using ACT.Behaviour Research and Therapy, 91, 64–71. https://doi.org/10.1016/j.brat.2017.01.013
[41]Rahal, M. G., & Gon, M. C. (2020). Systematic review of values interventions in acceptance and commitment therapy.International Journal of Psychology and Psychological Therapy, 20(3), 355–372.
Sua pontuação final: